Anarquia relacional
Recusar hierarquizar as relações, românticas ou não.
A anarquia relacional consiste em não classificar as relações por tipo. Um parceiro romântico não é automaticamente mais importante do que uma amizade, e a forma de cada relação negoceia-se com a pessoa em causa em vez de se herdar de um modelo.
O termo foi nomeado por Andie Nordgren num panfleto de 2006, e a afirmação central é que a hierarquia habitual — parceiro, depois família, depois amigos — é uma convenção e não um facto sobre o quanto as pessoas importam umas às outras.
Não é o mesmo que poliamor, ainda que os dois andem frequentemente juntos. ⚠️ Também não é ausência de compromisso: a prática costuma exigir mais negociação explícita do que uma relação convencional, porque nada se presume.